Quanto custa atacar a sua defesa?
O Intruso responde com um preço em dólares, não com uma percentagem de bloqueio. Se atacar sair barato, alguém já o está a fazer — e a percentagem não lho diz.
Para que precisa do Intruso hoje?
Saber quanto custa atacar-me
Treinamos atacantes de raiz contra um mecanismo e dizemos o preço, em dólares, de o vencer — e quanto é que endurecê-lo compra mesmo.
Ver uma medição inteiraSaber se endurecer resolve
Há um teto que nenhum desafio atravessa, porque a certa altura quem ataca deixa de resolver e passa a comprar. Sem dados, sem credenciais, e nada do que escrever sai do seu browser.
Avaliar a minha políticaSaber quando a minha defesa expira
O custo de atacar cai todos os anos, e não a um só ritmo. Por isso a sua segurança tem uma data de validade — e a via que a mata pode não ser a mais barata de hoje. A página data esse dia, sem que nada saia do seu browser.
Datar a validadePôr o Intruso a medir o meu sistema
Seis perguntas simples. A página calcula ali mesmo quanto uma resolução teria de lhe custar ao atacante — e, se os números forem pequenos, diz-lhe que não vale a pena contratar-me.
Pedir uma mediçãoGovernar agentes de IA em vez de os bloquear
Os agentes automáticos legítimos já são clientes. Em vez de lhes perguntar se são humanos, dar-lhes um mandato assinado — com âmbito, ritmo, validade e tarifa. Emita um aqui e tente furá-lo.
Emitir um passaporte agoraO Intruso corre exclusivamente sobre mecanismos que são seus, ou recriados em laboratório a partir da sua descrição. Nunca contra serviços de terceiros: é uma auditoria, não um ataque.
Num CAPTCHA de texto comum, atacar rende 769 vezes o que custa
Cada tentativa de o vencer custa, a quem ataca, $0,000026. Cada vez que passa, vale-lhe $0,02. A conta é essa divisão, e qualquer pessoa a pode refazer.
Bloquear 99,4% das tentativas encarece o ataque 167 vezes — e ainda assim continua a compensar 4,6 vezes. É por isso que a taxa de bloqueio, sozinha, não diz se está protegido.
A pergunta «isto é um humano?» perdeu a resposta
Um agente de IA a comprar em nome de um cliente seu é tráfego automático e é receita. Bloqueá-lo custa-lhe dinheiro. Deixá-lo entrar sem regra nenhuma custa-lhe outro.
A pergunta que ainda tem resposta é outra: quem responde por isto, e quanto paga? Um mandato assinado — quem é, o que pode fazer, a que ritmo, até quando, e a que tarifa. Não bloquear os agentes: tarifá-los.
A pergunta «quem responde por isto, e quanto paga?» tem uma.
E há uma razão medida para isto não ser moda. Toda a defesa por puzzle tem data de validade, porque o compute que a ataca fica mais barato todos os anos. Forjar identidade responsável não anda na lei de Moore. O Horizonte data essa validade — e mostra que o passaporte é a única defesa fora do relógio.
Isto deixou de ser um desenho. O protocolo está implementado e corre inteiro no seu browser: a chave nasce aí, o mandato é assinado com Ed25519 de verdade e o verificador percorre os nove pontos. A mesma lógica existe em Python, no motor, e as duas são comparadas caso a caso por um arnês que qualquer pessoa pode correr.
O que continua a faltar não é código: é o primeiro site em produção a servir pedidos com isto. Por isso o cartão diz sem cliente ainda e não produto — e continuará a dizê-lo até haver um.
Emitir um passaporte agora Quero ser o primeiro a pô-lo a servir
O mais barato é começar sem falar connosco
O instrumento do teto corre inteiro no seu browser e não faz um único pedido de rede. Se o resultado o incomodar, então falamos.